GRUPO:ADRIEN,ALEXANDRE,ELISANA E PEDRO.8ºserie

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Orientação Sexual:

Nas escolas a orientação sexual é tratada como tema transversal e não como disciplina. Ela contribui em diversas áreas, como antropologia, história, economia, sociologia, biologia, medicina, psicologia e outras mais.
Tema transversal diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na prática educacional, uma inclusão entre estudar conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender com a realidade) as questões da vida real (aprender na realidade e da realidade).
A orientação sexual entrou nos currículos escolares através dos PCN’s (parâmetros curriculares nacionais), por haver uma necessidade de maior orientação aos adolescentes dentro das escolas.
Esse tema age em conjunto com várias matérias, cabe ao professor ter orientação e discernimento para ministrá-lo de forma coerente, mostrando aos jovens a importância de conhecer os seus próprios limites.
Ela orienta o adolescente a respeito de prevenções de doenças sexualmente transmissíveis, uma possível gravidez indesejável englobando o aborto e o mais importante ela vem para mostrar como é importante respeita e conhecer seu próprio corpo, sua sexualidade.
A sexualidade está estampada diariamente na vida dos alunos, pois ela não constitui apenas a parte biológica, mas também aspectos históricos e culturais que criam os valores.
A escola agrega valores aos seus alunos, e junto com os educadores tenta mostrar de forma delicada e sutil, que essa sexualidade deve agir em prol deles e não contra eles. E essa escola não pode só ditar o que é certo e errado, deve também ouvir esses adolescentes, saber o que eles pensam.
A sexualidade ainda é vista como tabu, pois ainda para alguns adolescentes ela vem acompanhada de dúvidas, repreensões ou traumas. E o trabalho da orientação sexual é exatamente esse proporcionar aos jovens a possibilidade do exercício de sua sexualidade de forma responsável e prazerosa.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Pedofilia

A pedofilia (também chamada de paedophilia erotica ou pedosexualidade) é a perversão sexual,[1] na qual a atração sexual de um indivíduo adulto ou adolescente está dirigida primariamente para crianças pré-púberes[2][3] (ou seja, antes da idade em que a criança entra na puberdade) ou no início da puberdade.[4] A palavra pedofilia vem do grego παιδοφιλια (paidophilia) onde παις (pais, "criança") e φιλια (philia, "amizade", "afinidade", "amor", "afeição", "atração", "atração ou afinidade patológica" ou "tendência patológica", segundo o Dicionário Aurélio).
A pedofilia faz parte de um grupo de preferências sexuais chamado Cronofilia, junto a Nepiofilia, Hebefilia, Efebofilia, Teleiofilia e Gerontofilia. O termo Cronofilia não é muito usado pelos sexologistas e refere-se por atrações sexuais fora da sua faixa de idade.
Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se eles tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes pelo menos cinco anos mais novas do que eles.

No Brasil

O termo "crime de pedofilia" é frequentemente utilizado de forma equivocada pelos meios de comunicação. A lei brasileira não possui o tipo penal "pedofilia". A pedofilia, como contato sexual entre crianças e adultos, se enquadra juridicamente no crime de estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal) com pena de oito a quinze anos de reclusão e considerados crimes hediondos. Os meios de comunicação de forma insistente invocam como verdade a equiparação de uma condição psicológica com um ato criminoso.
Pornografia infantil é crime no Brasil, passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa. Artigo 241, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores (internet), fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente. Em novembro de 2003, a abrangência da lei aumentou, para incluir também a divulgação de links para endereços contendo pornografia infantil como crime de igual gravidade.[44] O Ministério Público do país mantém parceria com a ONG SaferNet que recebe denuncias de crimes contra os Direitos Humanos na Internet e mantém o sítio SaferNet, que visa a denúncia anônima de casos suspeitos de pornografia infantil na internet.
A partir de 2007 os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria dos Direitos Humanos, lançou uma ampla campanha para coibir a prática de crimes contra menores, através de denúncias anônimas feitas através do telefone 100. Em todo o país este número serve para receber as denúncias de abusos de toda a ordem - e os sexuais são a maioria dos casos.[45]
Em 20 de dezembro de 2007 a Polícia Federal do Brasil, em conjunto com a Interpol, o FBI e outras agências de investigação desvendou o uso da Internet como meio para divulgação de material - para tanto usando da identificação dos IPs anônimos - tendo efetuado três prisões em flagrante e mais de quatrocentas apreensões pelo país - sendo esta a primeira operação onde foi possível identificar usuários da rede mundial de computadores para a prática pedófila no Brasil[46]
Levando em consideração que a pornografia infantil é crime – seja por ter fotos e vídeos, seja por ter um site com pornografia infantil ou mesmo um link para um site que contem pornografia infantil, muitos acreditam que os pedófilos satisfazem seus desejos sexuais voltando-se ao Lolicon ou Shotacon.

Aborto no Brasil

No Brasil, o aborto é tipificado como crime contra a vida humana pelo Código Penal Brasileiro, em vigor desde 1984, prevendo detenção de um a quatro anos, em caso de aborto com o consentimento da mulher,[1] e de três a dez anos para quem o fizer sem consentimento.[2] Porém, não é qualificado como crime quando praticado por médico capacitado em três situações: quando há risco de vida para a mulher causado pela gravidez, quando a gravidez é resultante de um estupro ou se o feto for anencefálico (desde decisão do STF pela ADPF 54, votada em 2012, que descreve a prática como "parto antecipado" para fim terapêutico).[3][4] Nesses casos, o governo Brasileiro fornece gratuitamente o aborto legal pelo Sistema Único de Saúde.[5] Essa permissão para abortar não significa uma exceção ao ato criminoso, mas sim uma escusa absolutória.[6] Também não é considerado crime o aborto realizado fora do território nacional do Brasil, sendo possível realizá-lo em países que permitem a prática.
Existe grande esforço por parte da população considerada pró-escolha de tornar legal o aborto no Brasil como escolha da gestante, sendo um dos argumentos utilizados é de que manter a prática ilegal não evita que o aborto seja realizado, mas faz com que as mulheres recorram a meios alternativos e inseguros de fazê-lo. Porém, a maior parte da população do país é contra a prática, concorda com a situação atual ou ainda quer sua proibição em todos os casos. Um plebiscito para consultar a população já foi algumas vezes proposto como forma de decidir o que se deve fazer na legislação sobre o aborto.[7][8]
Existe também a opinião de que o aborto não é matéria para plebiscito mas sim, uma questão de saúde pública e que, como tal, deve ser decidida pelo Estado e não julgada pela maioria. Segundo Débora Diniz, em algumas cidades do Brasil, o aborto clandestino é a segunda maior causa de morte materna. [9]

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Diversidade Sexual

A expressão diversidade sexual só pode ser analisada se for possível compreender e aceitar que a Humanidade pode apresentar similaridades biológicas, mas no que tange às convenções sociais adotadas por cada comunidade de indivíduos, as diferenças podem ser gritantes. Isso porque a estruturação de cada organização social passa pela elaboração de fundamentos, normas e sistemas a ela inerentes, os quais se distinguem dos criados por outros grupos.
Este conceito define as diversas faces assumidas pela esfera sexual humana. Quando se leva em conta o grau de complexidade da interação social, das diferenças culturais, dos idiomas e hábitos distintos, entre outros elementos que conferem identidade às diferentes sociedades, é mais fácil compreender a diversidade sexual.
Esta diversidade não se limita apenas ao exercício do sexo, mas igualmente a tudo que configura a sexualidade – as experiências de vida, os costumes assimilados ao longo da existência, as emoções, os apetites, o modo de agir e a forma como as pessoas se vêem e são vistas pelos outros.
Ela também engloba a multiplicidade de expressões, práxis, experiências, aspirações, identidades e atuações que divergem dos moldes convencionais, adotados pelos heterossexuais, completamente aceitos e assimilados pela sociedade. Os demais gêneros, considerados socialmente transviados – gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros, entre outros -, encontram geralmente sua forma de expressão na militância cultural e artística, em eventos como o Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual.
Esta mostra compreende a transmissão de filmes e vídeos sobre questões ligadas a estas identidades sexuais; anualmente são exibidas cerca de 150 películas, em grande parte compostas por curtas-metragens, em cinemas das capitais e municípios brasileiros. Este país é também sede da célebre Parada Gay e do Mercado Mundo Mix.
A existência de sexualidades heterodoxas não é uma marca do mundo contemporâneo. Desde tempos ancestrais pessoas do mesmo sexo se atraem; na antiga Grécia, por exemplo, era habitual o relacionamento entre homens, pois era um hábito cultural jovens passarem uma fração de sua existência ao lado de um filósofo mais velho, que lhes transmitiria suas experiências não só na esfera filosófica, mas também a arte dos combates e do amor. Nesta época, portanto, não havia preconceito com relação a esta modalidade de interação sexual, pois esta espécie de união era comum, e até mesmo estimulada pelas convenções desta civilização.
A homofobia é proibida por leis no Brasil, que através de artigos contidos na Constituição de 1988 protegem as minorias sexuais deste país. Há também um projeto que pretende adicionar o termo ‘orientação sexual’ no artigo que rege esta questão, para que o preconceito seja completamente erradicado. O Estatuto da Criança e do Adolescente também defende os infantes desta espécie de discriminação.
As punições contra este assédio vão desde o mero aviso, até a negação da permissão para que a instituição preconceituosa continue atuando, passando pela aplicação de multas ao mesmo. Casais de homossexuais já começam a conquistar o direito de adotar crianças, e a Previdência dá os primeiros passos na direção da concessão de benefícios aos parceiros homossexuais de segurados do INSS.

Vasectomia

A vasectomia é uma intervenção cirúrgica relativamente segura que permite ao homem eliminar sua fertilidade, o que implica em não poder mais ter filhos; ela é, assim, um dos recursos contraceptivos de que os casais dispõem ao optar por não mais reproduzirem. O processo é simples; o cirurgião extrai uma fração de cada um dos dois canais, conhecidos como dutos ou canais deferentes, órgãos incumbidos do transporte dos espermatozóides da região testicular ao pênis.
Este procedimento é tão singelo que não exige nem mesmo que o paciente fique internado; ela pode ser realizada no próprio consultório do cirurgião; a anestesia é local, aplicada exatamente sobre o escroto, bolsa cutânea na qual estão localizados os testículos. Este processo esterilizador só é aplicado quando o casal decide optar por este caminho de livre e espontânea vontade, principalmente o homem.
Alguns meses após a cirurgia o sêmen, substância expelida pelo homem no momento da relação sexual, não mais conduzirá em seu interior os espermatozóides, responsáveis pela fecundação dos óvulos femininos. Isso não significa, como muitos podem acreditar, que o indivíduo perde ou tem seu desempenho sexual reduzido. Ele obtém sua ereção da mesma forma, apenas com a ausência dos espermatozóides.
O nível de segurança desta operação é quase total; pesquisas apontam que os índices de insucesso na cirurgia limitam-se a menos que 1%. Contudo, como qualquer cirurgia, a completa eficácia e a carência de obstáculos pós-procedimento dependem da vivência profissional do cirurgião e da tecnologia usada no instante da intervenção.
Boa parte dos pacientes apresenta, ao longo de três ou cinco dias depois da vasectomia, mínimas dificuldades na pele escrotal. Estudos indicam que ela não agrava a aterosclerose, inflamação crônica que provoca a constituição de placas nas paredes dos vasos sanguíneos. Quanto à ocorrência de câncer de próstata ou de testículo nos que recorreram a este método contraceptivo, os médicos garantem que eles não ficam mais suscetíveis a adquirir estas enfermidades.
Os membros do sexo masculino devem refletir bem antes de decidir realizar esta cirurgia, pois ela é quase sempre impossível de ser revertida. Há também outros meios de se praticar o controle de natalidade, por esta razão é melhor consultar o médico sobre possíveis caminhos a serem adotados.
É importante que o paciente siga as orientações médicas prescritas antes do procedimento cirúrgico, o que certamente prevenirá futuros problemas. A intervenção dura apenas de 15 a 20 minutos. Com o paciente anestesiado, o cirurgião efetua uma mínima incisão na pele da bolsa escrotal, e então os dutos deferentes, agora visíveis, são submetidos à retirada dos necessários fragmentos.
Logo depois as partes restantes dos canais são atadas para que não ocorra a provável formação de um novo canal. Este mecanismo é repetido em cada duto; no final os canais são restituídos à bolsa e a pele é costurada. É normal que o paciente sinta alguma dor na região atingida e também o aparecimento de um pouco de sangue ou de outra substância no local do corte. É comum, igualmente, um certo inchaço e a cútis ligeiramente azul ou escura.

Leia também:

Laqueadura

A laqueadura é um método contraceptivo utilizado para que as mulheres não mais engravidem. Este procedimento é definido por uma incisão e/ ou ligadura cirúrgica das trompas de falópio, através das quais passam os óvulos, saindo dos ovários na direção do útero. Desta forma, com a ruptura do caminho por eles percorrido, não há mais a possibilidade deles se unirem aos espermatozóides, o que torna a fecundação impossível.
Este cerco aos óvulos é concretizado por meio de anéis confeccionados com plástico, clipes titânicos, queimadura das trompas, entre outros recursos. Esta intervenção, considerada muito confiável, embora sempre possam surgir obstáculos, como a ação mal-sucedida do cirurgião, que pode elaborar um nó mais intenso nas tubas uterinas, lesar as artérias, ou danificar a circulação e as tarefas do ovário, provocando a menopausa prematura, demanda que o paciente fique internado e receba a aplicação da anestesia geral ou da espinhal.
Assim como a vasectomia, a possibilidade da mulher conceber é reduzida a menos de 1%. É fundamental, porém, que a parceira continue a recorrer aos recursos contraceptivos para evitar doenças como a Aids. Quanto ao futuro desejo de reverter a cirurgia, 70% das pacientes obtêm sucesso e conseguem ficar grávidas de novo.
Mas esta nova intervenção só será possível conforme o tipo de laqueadura realizado e se não houve complicações posteriores. As técnicas mais passíveis de reversibilidade são as que se valem dos anéis de plástico e dos clipes de titânio. Por esta razão as mulheres devem ter muita certeza do que desejam ao optar pela laqueadura, pois nem sempre elas poderão reverter o quadro.
Além disso, as pacientes podem ser afetadas psiquicamente e o remorso não é incomum. Pesquisas indicam que 60% das mulheres acalentam o desejo de engravidar novamente quando conhecem um novo par, um filho morre ou a vida econômica prospera. Em algumas situações fora do comum a laqueadura sofre uma regressão natural, sem nenhuma intervenção, quando o corpo recria nas trompas o antigo canal, por onde novamente os óvulos podem transitar e encontrar os espermatozóides.
Somente as mulheres com idade superior aos 25 anos, após a realização de duas ou mais cesarianas, podem ser submetidas à laqueadura. Em nosso país esta intervenção cirúrgica é prevista legalmente pela Lei 9.263, de 1996, a qual rege o Planejamento Familiar e determina estes requisitos.
As pacientes permanecem por dois dias internadas, para que possam ser observadas pelos médicos. Já em casa elas devem descansar ao longo de dez dias. Embora elas não possam mais engravidar, a menstruação flui normalmente, a menos que algum problema surja posteriormente.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Anorgasmia

Anorgasmia, também conhecido como transtorno do orgasmo feminino ou disfunção orgástica, pode ser definido como um atraso ou ausência persistente recorrente do orgasmo feminino, caracterizado por ausência ou retardo após um período de excitação sexual adequada. Resumidamente, é uma falta de orgasmo durante o ato sexual.
A anorgasmia não deve ser considerada uma doença física ou algo do tipo. Não é considerado anorgasmia se a mulher é capaz de atingir o orgasmo por meio de automanipulação do clitóris. A freqüência desse transtorno é muito alta, sendo que acomete de 50% a 70% das mulheres, segundo pesquisas realizadas. Normalmente, a atitude de negar a anorgasmia é um modo de defesa para muitas mulheres. Essa atitude deve ser repensada, pois esse comportamento faz com que a mulher se prive de uma possibilidade de prazer. Além disso, esse transtorno pode resultar em consequências negativas: a mulher pode passar a ter aversão sexual devido à realização do ato sexual sem prazer, e sem atingir adequada lubrificação para o ato, pode haver dor durante a relação.
Dentre os diferentes fatores que causam a anorgasmia, predominam os aspectos psicossociais, a questão orgânica tem baixa relevância, computando aproximadamente 5% dos casos. Os aspectos psicossociais referem-se a falsas crendices, tabus, religião, falta de informação, estrutura de valores que supervalorizam a sexualidade e o desempenho sexual, medo de ser abandonada ou engravidar, experiências traumáticas, falta de intimidade com o próprio corpo e/ou com o parceiro, entre outros. Quanto aos fatores orgânicos destacam-se: algumas doenças, disfunções hormonais, uso abusivo de bebidas alcoólicas e/ou drogas psicoativas e dores durante a relação sexual. Outras causas dizem respeito a má-formação congênita que pode dificultar o acesso à vagina.
Uma mulher, ao identificar a falta de orgasmo durante o ato sexual, deve procurar um médico para investigar sua etiologia. Na persistência dos sintomas, após o encaminhamento e do possível tratamento indicado, levando-se em consideração que esse problema pode estar relacionado a fatores psicológicos, o tratamento indicado é um acompanhamento psicoterápico, que visa:
  • Eliminar as atitudes negativas e prejudiciais em torno da sexualidade em geral e sobre o orgasmo em particular;
  • Melhorar a relação através da comunicação entre os parceiros;
  • Programa de habilidades sexuais, que consiste em uma série de exercícios específicos para a disfunção.
Um tratamento muito eficaz é a fisioterapia ginecológica que trata a anorgasmia com um trabalho de fortalecimento do assoalho pélvico e ajuda a mulher na busca do autoconhecimento do corpo.